sexta-feira, 14 de agosto de 2015

LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE NOMENCLATURA ORGÂNICA

I. Escreva a fórmula estrutural dos seguintes  compostos:
1)   Ácido 2-etil-3 metil-hexanoico
2)   Ácido 3-metil-pentanoico
3)   Ácido 2- hidróxi-butanoico
4)   2-metil butanal
5)   3-hidróxi-pentanal
6)   1-hidróxi-2-pentanona
7)    3-etil-ciclo-hexanona
8)     Ácido -2-hidróxi-pentanoico
9)     3-etil-1-hexanol
10)   2,3-dimetil–butanal
11)   ácido 4-metil- butanoico
12)   metil-4-pentanona 2
13)   p cresol, o cresol, m cresol
14)   propoxipropano    etoxipentano   epóxi
15)  3-metilbutanal
16)  4-metilhexan-2-ona
17)  Ácido 2,3,4-trimetil-hexanóico
18)   pentanol 2
19)  ciclobutanol    
20)  álcool isopropílico
21)  naftol
22)  propanotriol
23) penten-2-ol
24) 3, 3 dimetil, pentanol 2
25) Butanodial

II. Escreva a fórmula de 05 ácidos graxos e explique sua origem/função.

III.Escreva a fórmula, nome usual e oficial dos cinco primeiros ácidos carboxílicos.  

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

ÁCIDOS GRAXOS: DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO


O azeite de oliva é uma mistura de éster de glicerol com ácidos graxos. Além disso, contém pequenas quantidades de ácidos graxos livres, glicerol, fosfatados (lecitina), pigmentos, carboidratos, proteínas e compostos responsáveis pelo aroma. O principal responsável pelos benefícios à saúde atribuídos ao consumo habitual do azeite é a sua peculiar distribuição de ácidos graxos e a influência desses sobre as lipoproteínas.
Os ácidos graxos, unidades fundamentais da maioria dos lipídeos, são ácidos orgânicos, possuindo 4 átomos a 24 átomos de carbono. Eles podem ser de cadeias curtas (4 a 6 átomos de carbono), de cadeias médias (8 a 12 átomos) e de cadeias longas (mais do que 12). Além do tamanho da cadeia de carbono, os ácidos graxos se diferenciam pelo número e pela posição das duplas ligações. Quase todos possuem número par de átomos de carbono. Os mais abundantes são os com 16 carbonos ou 18 carbonos, o palmítico e esteárico, respectivamente. Os de cadeias curtas são mais abundantes na manteiga e na gordura de coco.

Os ácidos graxos não são encontrados livres nas células e nos tecidos, mas ligados covalentemente a diferentes tipos de lipídeos. O tipo e a configuração dos ácidos graxos nas gorduras são responsáveis pelas diferenças no sabor, na textura, no ponto de fusão e na absorção. Por exemplo, o ácido graxo oléico, um monoinsaturado com 18 átomos de carbono, é predominante no azeite de oliva, e é responsável pelas características organolépticas desse óleo, como a acidez e o aroma.
Para saber mais, acesse: 

ÁCIDOS CARBOXILICOS DE ORIGEM NATURAL II

Na figura, observamos quatro ácidos lineares, todos com 18 átomos de carbono na cadeia. A diferença entre eles está na quantidade de ligações duplas que eles contêm, de zero a três. Os nomes vulgares e oficiais estão à direita das fórmulas estruturais. 
Enquanto os ácidos graxos saturados (em conjunto) estão relacionados a problemas de saúde (particularmente cardíacos), os ácidos insaturados têm papel importante em nosso organismo.
O ácido esteárico é muito comum em gorduras animais (porco, aves, carnes vermelhas) e ainda nata de leite e chocolate. Estudos recentes sugerem que o comportamento do ácido esteárico é distinto nos efeitos sobre os níveis de colesterol do sangue. Estudos em humanos e animais experimentais sugerem que a ingestão de ácido esteárico tem um efeito neutro ou até de redução dos níveis de colesterol, em contraste com os ácidos láurico, mirístico e palmítico (C12, C14 e C16 saturados, respectivamente). 
O ácido oleico desempenha papel fundamental na síntese de hormônios. É muito utilizado como aditivo em base de sabões e sabonetes, para dar lubricidade e emoliência, em cremes e emulsões cosméticas pelas suas propriedades emolientes e para recompor a oleosidade em peles ressecadas e com problemas de escamação. Aparece ainda em bronzeadores e produtos solares e pós solares devido a sua capacidade de proteção e regeneração da pele dos danos e queimaduras causados pelos raios solares.
O ácido linoleico é precursor de outro ácido graxo, o araquidónico, sendo por isso essencial na produção de uma série de mediadores  lipídicos, os eicosanoides.
Há estudos que evidenciam que o ácido linolênico está associado a um risco menor de enfermidades cardiovasculares. Alguns estudos científicos têm relacionado esse ácido com a redução em até 70% de câncer de próstata. Além disso, tem-se sugerido, em algumas investigações, que existe um maior efeito neuroprotetor frente à isquemia e certos tipos de epilepsias.
As melhores fontes naturais de ácidos graxos insaturados C18 são os óleos vegetais e de organismos marinhos como tubarão e bacalhau.

Nada como uma boa alimentação para uma boa saúde.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Odor dos ácidos carboxílicos



                                             O ser humano secreta diferentes ácidos carboxílicos com odor desagradável.

Os ácidos carboxílicos são compostos orgânicos que possuem em sua estrutura o grupo funcional carboxila, mostrado abaixo:
Grupo funcional característico dos ácidos carboxílicos.

Um aspecto característico dos ácidos carboxílicos é seu forte odor. Os ácidos que apresentam de 1 a 3 carbonos apresentam um cheiro que vai de forte a irritante; já os ácidos com 4 a 10 carbonos possuem um odor extremamente desagradável, com cheiros rançosos e pungentes. Acima disso, eles são praticamente inodoros, porque são sólidos e pouco voláteis.
Abaixo temos alguns exemplos desses ácidos carboxílicos exalados por alguns alimentos e animais:




Outro fator interessante é que o próprio ser humano elimina por meio da transpiração substâncias orgânicas que são decompostas por bactérias da nossa pele em compostos de odor desagradável. Visto que o metabolismo varia de pessoa para pessoa, esses compostos excretados apresentam pequenas alterações, porém costumam ser ácidos carboxílicos de baixa massa molar, como o exemplo a seguir:


Visto que os cães costumam ter o faro bem apurado, eles conseguem identificar as pessoas e seus pertences por meio do cheiro que cada um apresenta, ou seja, através dos ácidos carboxílicos que cada um produz.

domingo, 2 de agosto de 2015

LIGAÇÕES QUÍMICAS

      Na natureza existe uma grande diversidade de substâncias. Existem substâncias sólidas, líquidas, gasosas, que conduzem eletricidade, inertes e assim por diante. A variedade é imensa. 

                        
      Essa diversidade e estabilidade das substâncias se devem ao fato dos elementos químicos possuírem a capacidade de se ligarem uns aos outros. Esse fenômeno foi denominado por Linus Pauling (1901-1994) de ligação química.

Disponível em:

Para maiores detalhes e explicações acesse: 


quarta-feira, 29 de julho de 2015

TABELA PERIÓDICA II


Propriedades Periódicas dos Elementos

As propriedades periódicas dos elementos químicos são aquelas que se repetem ao longo da Tabela Periódica. Tais propriedades estão relacionadas com a estrutura dos átomos dos elementos: ao passo que o número atômico cresce, seus valores aumentam ou diminuem a cada período.
Raio atômico
A eletrosfera de um átomo não é bem delimitada, por isso, é praticamente impossível determinar o tamanho atômico. Assim, existem duas características que devem ser consideradas para representar a proporção de cada átomo:
Número de camadas eletrônicas: quanto maior o número de camadas eletrônicas, maior o tamanho do átomo.
Número de prótons: quanto maior o número de prótons, maior a força de atração do núcleo sobre a eletrosfera, e, portanto, menor o tamanho do átomo.
Através desses dois fatores é possível chegar ao raio atômico, que é a metade da distância entre os núcleos de dois átomos do mesmo elemento. Trata-se de uma propriedade periódica porque seus valores crescem ou decrescem conforme aumenta o número atômico. Resumidamente temos:
Na mesma família ou grupo de elementos, o raio atômico cresce de cima para baixo, devido ao aumento do número de camadas eletrônicas;
No mesmo período da tabela, o raio atômico cresce da direita para a esquerda, devido à diminuição do número de prótons que ocorre nessa direção.

Eletroafinidade
A eletroafinidade ou afinidade eletrônica é a energia liberada quando o átomo neutro no estado gasoso recebe um elétron. Essa grandeza mede a intensidade com que o átomo “prende” esse elétron recebido. Tal propriedade periódica é inversa ao raio atômico, ou seja, quanto menor o raio, maior a eletroafinidade dos elementos de uma mesma família ou de um mesmo período.


Ponto de fusão (PF) e ponto de ebulição (PE)
·         Os pontos de fusão e os pontos de ebulição são as temperaturas nas quais os elementos químicos entram em fusão ou ebulição, respectivamente. Tais propriedades não seguem uma sequência linear como as anteriores:
  • Na maioria das famílias, os elementos de maior PE e PF estão situados na parte inferior da tabela. Já nas famílias 1A e 2A, os elementos localizados na parte superior são os que apresentam maiores PE e PF.
  • Em geral, no mesmo período, PE e PF dos elementos aumentam das extremidades para o centro da tabela.
·         Esquematicamente, temos:

Densidade absoluta

A densidade absoluta ou massa específica de um elemento é a razão da sua massa pelo seu volume. Num mesmo período da tabela periódica, os valores dessa propriedade crescem das extremidades para o centro, em geral. Nas famílias 1A e 4A, a densidade absoluta cresce conforme aumentam as massas atômicas, isto é, de cima para baixo.


Volume atômico

O volume atômico de um elemento químico corresponde ao volume ocupado por 1 mol (6,02 x 1023 átomos) no estado sólido. Num mesmo período, o volume atômico aumenta do centro para as extremidades da tabela periódica; enquanto numa mesma família, o valor do volume atômico cresce de acordo com o aumento do raio atômico.

Energia de ionização

A energia ou potencial de ionização é a energia necessária para que um ou mais elétrons sejam retirados de um átomo isolado no estado gasoso. Tal propriedade periódica é proporcional ao raio atômico do átomo: quanto maior o raio atômico, menor é a atração do núcleo sobre o elétron mais afastado, logo, a energia necessária para retirar esse elétron é menor.
Num mesmo período, a energia de ionização aumenta da direita para a esquerda, e numa mesma família, de baixo de para cima.


 Eletronegatividade

Eletronegatividade é a atração exercida pelo núcleo sobre os elétrons numa ligação química. Essa propriedade também está associada ao raio atômico: quanto menor o raio atômico, maior é a força de atração, uma vez que a distância entre o núcleo e a eletrosfera é menor.
Numa mesma família, a eletronegatividade cresce de baixo para cima, e num mesmo período, da esquerda para a direita da tabela periódica. Tal propriedade não se aplica apenas aos gases nobres.


Referências bibliográficas
FELTRE, Ricardo. Química volume 1. São Paulo: Moderna, 2005.
USBERCO, João, SALVADOR, Edgard. Química volume único. São Paulo: Saraiva, 2002.

Por: Mayara Lopes Cardoso

Disponìvel em: 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

LISTA DE EXERCÍCIOS CINÉTICA QUÍMICA


O poliacrilato de sódio é um polímero super absorvente. Também conhecido como gel super absorvente ou floc gel, ele pode absorver até 800 vezes seu peso em água. Este é um experimento interessante para fazer em casa: basta cortar uma fralda e adicionar água.

Acesse  para baixar a lista de exercícios:

https://drive.google.com/file/d/0B83MCrCbLSkZX3RiNmtKcE14ZDJkdWxPQkRyTTdzRjd3T1dF/view?usp=sharing